TELEFUNKEN

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Já após várias tentativas de explicar o porquê daquela ideia, a conclusão era quase sempre a mesma, impossível de conseguir que outros conseguissem compreender tal ideia.

Apropriação de memórias que não são nossas, dando-lhe nova história, novos contornos, novos princípios, novos fins, novos nomes e datas, sítios novos, um reinventar de uma história antiga da qual nada se sabe a não ser o que se vê nesta altura, uma imagem, uma frase, um pedaço de papel ou um bilhete de ida ao cinema.

in Diários Visuais #01 – 2006